quarta-feira, 27 de outubro de 2010
domingo, 24 de outubro de 2010
DOUTORADO EM PERHAPPINESS DªPh / DºPh
Honorary degree
An honorary degree[1] or a degree honoris causa (Latin: 'for the sake of the honour') is an academic degree for which a university (or other degree-awarding institution) has waived the usual requirements (such as matriculation, residence, study and the passing of examinations). The degree itself is typically a doctorate or, less commonly, a master's degree, and may be awarded to someone who has no prior connection with the academic institution.
Usually the degree is conferred as a way of honoring a distinguished visitor's contributions to a specific field, or to society in general. The university often derives benefits by association with the person in question.
Honoris causa
Honoris causa, abreviado como h.c. (em português: causa nobre), é um título honorífico concedido a uma personalidade que tenha contribuído com os preceitos de uma instituição oficial de ensino, não pertencente a seu quadro funcional. Muito comum em universidades, o título de "honoris causa" ocorre normalmente para doutorados ("doutor 'honoris causa"), em situações em que o indivíduo dá uma contribuição específica para a universidade, sendo de outra. Por ser um título à parte reconhecido por outra instituição, é tido por muitos como um título maior que os outros.
Doutor Honoris Causa é o titulo atribuído à personalidade que se tenha distinguido pelo saber ou pela atuação em prol das artes, das ciências, da filosofia, das letras ou do melhor entendimento entre os povos. ( www.unb.br )
PERHAPPINESS
quinta-feira, 21 de outubro de 2010
AMIZADE E EXERCÍCIO DE PODER
“Oliveira Corrêa esclarece, com precisão, que conseguir impor a sua vontade aos outros é uma constatação de que aí há exercício de poder. Schermerhorn[1] descreve a diferença entre a relação biunívoca entre amizade e poder. Na amizade prevalecem camaradagem, co-participação, reciprocidade, tolerância. A ruptura de qualquer um desses quatro componentes faz surgir o poder na relação biunívoca "
[1] OLIVEIRA CORREA, Joaquim Sérgio, 1977. O exercício do poder na administração, p. 29, RJ. Documentário.
(Citado por Bettoni em REVOLUÇÃO DE PARADIGMA NA PSICOLOGIA página 128)
camaradagem: convivência amigável entre camaradas
camarada : amigo, colega, parceiro, companheiro de escola
co-participação: ato ou efeito de envolvimento em determinada atividade.
reciprocidade: qualidade do que é recíproco, mutualidade.
recíproco: que existe ou se corresponde de parte a parte
tolerância: ato ou efeito de tolerar; atitude que consiste em deixar aos outros a liberdade de exprimirem opiniões divergentes e de atuarem em conformidade com tais opiniões;
segunda-feira, 11 de outubro de 2010
Maiores Religiões do Mundo Classificadas pela Quantidade de Aderentes.
http://www.adherents.com/Religions_By_Adherents.htmlMaiores Religiões do Mundo Classificadas pela Quantidade de Aderentes.
(Os números apresentados são estimativas aproximadas, e estão aqui principalmente com a finalidade de ordenar os grupos, não sendo números definitivos. Esta lista tem a perspectiva sociológica/estatística.)
- Cristianismo: 2.1 bilhões
- Islamismo: 1.5 bilhões
- Secular/Nonreligiosos/Agnosticos/Ateistas: 1.1 bilhões
- Hinduismo: 900 milhões
- Religião Tradicional Chinesa: 394 milhões
- Budismo: 376 milhões
- primal-indigenous: 300 milhões
- African Traditional & Diasporic: 100 milhões
- Sikhismo: 23 milhões
- Juche: 19 milhões
- Espiritismo: 15 milhões
- Judaismo: 14 million
- Baha'i: 7 million
- Jainismo: 4.2 million
- Shinto: 4 million
- Cao Dai: 4 million
- Zoroastrismo: 2.6 million
- Tenrikyo: 2 million
- Neo-Paganismo: 1 milhões
- Unitariana-Universalismo: 800 mil
- Rastafarianismo: 600 mil
- Cientologia: 500 mil
IGREJA DO PRESENTE Religião do Presente Perfeito Contínuo
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IGREJA DO PRESENTE
Religião do Presente Perfeito Contínuo
A crença um dia dará lugar ao Conhecimento
“Quanto às grandes religiões, consideramos que elas manifestam atualmente dois movimentos contrários: um, centrípeto e, outro, centrífugo. O primeiro consiste numa prática radical que se pode observar sob forma de integrismos no seio do cristianismo, do judaísmo, do islamismo ou do hunduismo, entre outros. O segundo se traduz por um abandono de seu credo em geral e de seus dogmas em particular. O indivíduo não mais aceita manter-se na periferia de um sistema de crenças, mesmo que se trate de uma religião dita revelada. Doravante, ele quer se colocar no centro de um sistema de pensamento resultante de sua própria experiência. Nisso, a aceitação dos dogmas religiosos não é mais automática. Os crentes adquiriram certo senso crítico a respeito das questões religiosas e a validade de suas convicções corresponde cada vez mais a uma validação pessoal. Onde a necessidade de Espiritualidade produziu outrora algumas religiões com forma arborescente ( a forma de uma árvore bem enraizada em seu solo sócio-cultural, que elas aliás contribuiram para enriquecer), hoje ela toma a forma de uma estrutura em rizoma, feita de arbustos múltiplos e variados. Mas, o Espírito não sopra onde quer?
Assim é que aparecem, hoje em dia, à margem ou nolugar das grandes religiões, grupos de afinidades, comunidades de idéias ou movimentos de pensamento, no seio dos quais as doutrinas, mais propostas que impostas, são admitidas por uma adesão voluntária. Independentemente da natureza intrínseca dessas comunidades, desses grupos ou desses movimentos, sua multiplicação traduz uma diversificação da busca espiritual. De maneira geral, consideramos que essa diversificação se deve ao fato de que as grandes religiões, que respeitamos como tais, não detêm mais o monopólio da fé. E assim é porque elas respondem cada vez menos ao questionamento do Ser Humano e não mais o satisfazem no plano interior. É talvez também porque elas se afastaram da Espiritualidade. Ora, esta, embora imutável em essência, procura constantemente se expressaratravés de veículos cada vez mais adaptados à evolução da Humanidade.
A sobrevivência das grandes religiões depende mais que nunca de sua aptidão para renunciar às crenças e posições mais dogmáticas que elas adotaram com o passar dos séculos, tanto no plano moral como no doutrinário. Para que elas perdurem, devem imperiosamente se adaptar à sociedade. Se não se derem conta, nem da evolução das consciências nem do progresso da ciência elas se condenarão a desaparecer a um prazo mais ou menos longo, não sem provocar ainda mais conflitos étnico-sócio-religiosos. Mas, na realidade, presumimos que seu desaparecimento é inevitável e que, sob o efeito da globalização das consciências, elas darão nascimento a uma Religião universal que integrará o que elas tinham de melhor a oferecer para a Humanidade para sua Regeneração. Por outro lado, pensamos que o desejo de conhecer as leis divinas, isto é, as leis naturais, universais e espirituais, há de cedo ou tarde, suplantar a necessidade exclusiva de crer em Deus. Nisso postulamos que a crença um dia dará lugar ao Conhecimento. ( Extraido de Manifesto Positio Fraternitatis Rosae Crucis, publicado em 2001 em Göteborg, Suécia, durante a Convenção Mundial da Ordem Rosacruz, A.M.O.R.C.