quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

Somos criadores de nós mesmos.

" Somos criadores de nós mesmos,
da nossa vida,
do nosso destino
e nós queremos saber isto hoje,
nas condições de hoje,
da vida de hoje
e não de uma vida qualquer
e de um homem qualquer."

~ Antonio Gramsci

domingo, 24 de fevereiro de 2013

Revista VEJA consulta gratis http://veja.abril.com.br/acervodigital/


http://veja.abril.com.br/acervodigital/

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VEJA digitalizada (consulta é Grátis!!

Excelente como fonte de pesquisa! (Atualizada semanalmente) Dá pra consultar, inclusive, o assunto de seu interesse. PARA GUARDAR - Revista Veja

Estou enviando para vocês, um Link de acesso a todas as revistas Veja, editadas pela Abril nesses últimos 40 anos.
Da capa à contra-capa, incluindo todas as páginas.
É um trabalho impressionante e creio que servirá como fonte de consulta e garimpagem de dados para efetivação de eventuais trabalhos de pesquisa.
A revista VEJA abre todo o seu acervo de 40 anos de existência na internet.
Todas as edições poderão ser consultadas na íntegra em formato digital no endereço:

http://veja.abril.com.br/acervodigital/

A revista liberou o acervo em comemoração ao seu aniversário de 40 anos.
A primeira edição de VEJA foi publicada em 11 de setembro de 1968.
O sistema de navegação é similar ao da revista em papel: o usuário vai folheando as páginas digitais com os cliques do mouse.
O acervo apresenta as edições em ordem cronológica, além de contar com um sistema de buscas, que permite cruzar informações e realizar filtros por período e editorias.
Também é possível acessar um conjunto de pesquisas previamente elaborado pela redação do site da revista, com temas da atualidade e fatos históricos.
Com investimento de R$ 3 milhões, o projeto é resultado de uma parceria entre a Editora Abril e a Digital Pages e levou 12 meses para ficar pronto.
Mais de 2 mil edições impressas foram digitalizadas por uma equipe de 30 pessoas.
O banco Bradesco patrocinou a iniciativa.
Recomendem e repassem (se for o caso) aos seus filhos, familiares e amigos.

Life is

@osmarjardim: MT @roxanamjones:

Life is not something that is happening to you.
Life is something that is constantly being authored by you.

#HealThruWords

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

PÁTRIA MADRASTA VIL ~ Clarice Zeitel Vianna Silva

REDAÇÃO DE CLARICE ZEITEL VIANNA SILVA, ESTUDANTE CARIOCA VENCE CONCURSO DA UNESCO COM 50.000 PARTICIPANTES

.



Tema:'Como vencer a pobreza e a desigualdade'
Por Clarice Zeitel Vianna Silva
UFRJ - Universidade Federal do Rio de Janeiro - Rio de Janeiro - RJ


'PÁTRIA MADRASTA VIL'

Onde já se viu tanto excesso de falta?
Abundância de inexistência...
Exagero de escassez...
Contraditórios?
Então aí está!
O novo nome do nosso país!
Não pode haver sinônimo melhor para BRASIL.
Porque o Brasil nada mais é do que o excesso de falta de caráter, a abundância de inexistência de solidariedade, o exagero de escassez de responsabilidade.
O Brasil nada mais é do que uma combinação mal engendrada - e friamente sistematizada - de contradições.
Há quem diga que 'dos filhos deste solo és mãe gentil', mas eu digo que não é gentil e, muito menos, mãe.
Pela definição que eu conheço de MÃE, o Brasil, está mais para madrasta vil.
A minha mãe não 'tapa o sol com a peneira.'
Não me daria, por exemplo, um lugar na universidade sem ter-me dado uma bela formação básica.
E mesmo há 200 anos atrás não me aboliria da escravidão se soubesse que me restaria a liberdade apenas para morrer de fome. Porque a minha mãe não iria querer me enganar, iludir.
Ela me daria um verdadeiro Pacote que fosse efetivo na resolução do problema, e que contivesse educação + liberdade + igualdade. Ela sabe que de nada me adianta ter educação pela metade, ou tê-la aprisionada pela falta de oportunidade, pela falta de escolha, acorrentada pela minha voz-nada-ativa.
A minha mãe sabe que eu só vou crescer se a minha educação gerar liberdade e esta, por fim, igualdade.
Uma segue a outra...
Sem nenhuma contradição!
É disso que o Brasil precisa: mudanças estruturais, revolucionárias, que quebrem esse sistema-esquema social montado; mudanças que não sejam hipócritas, mudanças que transformem!
A mudança que nada muda é só mais uma contradição.
Os governantes (às vezes) dão uns peixinhos, mas não ensinam a pescar.
E a educação libertadora entra aí.
O povo está tão paralisado pela ignorância que não sabe a que tem direito.
Não aprendeu o que é ser cidadão.
Porém, ainda nos falta um fator fundamental para o alcance da igualdade: nossa participação efetiva; as mudanças dentro do corpo burocrático do Estado não modificam a estrutura.
As classes média e alta - tão confortavelmente situadas na pirâmide social - terão que fazer mais do que reclamar (o que só serve mesmo para aliviar nossa culpa)...
Mas estão elas preparadas para isso?
Eu acredito profundamente que só uma revolução estrutural, feita de dentro pra fora e que não exclua nada nem ninguém de seus efeitos, possa acabar com a pobreza e desigualdade no Brasil.
Afinal, de que serve um governo que não administra?
De que serve uma mãe que não afaga?
E, finalmente, de que serve um Homem que não se posiciona?
Talvez o sentido de nossa própria existência esteja ligado, justamente, a um posicionamento perante o mundo como um todo. Sem egoísmo.
Cada um por todos.
Algumas perguntas, quando auto-indagadas, se tornam elucidativas.
Pergunte-se: quero ser pobre no Brasil?
Filho de uma mãe gentil ou de uma madrasta vil?
Ser tratado como cidadão ou excluído?
Como gente... Ou como bicho?


Premiada pelaUNESCO, Clarice Zeitel Vianna Silva, 26, estudante que termina Faculdade de Direito da UFRJem julho, concorreu com outros 50 mil estudantes universitários. Ela acaba de voltar de Paris, onde recebeu um prêmio daOrganização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO)por uma redação sobre 'Como vencer a pobreza e a desigualdade.' A redação deClariceintitulada 'Pátria Madrasta Vil',foi incluída num livro, com outros cem textos selecionados no concurso. A publicação está disponível no site daBiblioteca Virtual da UNESCO.

















terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

MARGARINA

******INICIO DA TRANSCRIÇÃO DE TEXTO RETIRADO DE EMAIL QUE RECEBI HOJE*******


Margarina...

A margarina foi originalmente fabricada para engordar perus.
Mas quando os perus começaram a morrer por causa dela, as pessoas que tinham investido na sua pesquisa começaram a procurar uma utilização alternativa que lhes permitisse, no minimo, recuperar o investimento.
Foi nessa altura que alguém se lembrou de juntar um corante amarelo àquela que era até então, uma substância branca, tornando-a mais apetecivel para consumo humano e apresentá-la no mercado como um substituto da manteiga.

Mas será que você sabe qual é realmente a diferença entre a margarina
e a manteiga?
Vejamos:

- Ambos têm a mesma quantidade de calorias.
- A manteiga tem um pouco mais de gorduras saturadas (8 gramas contra
5 gramas da margarina).
- De acordo com um estudo da Harvard Medical, comer margarina pode
aumentar em 53% as doenças cardíacas em mulheres, relativamente
aquelas que comem a mesma quantidade de manteiga.

A manteiga:
- aumenta a absorção de nutrientes presentes em outros alimentos.
- traz mais benefícios nutricionais do que a margarina (e os que a
margarina tem foram adicionados artificialmente!)
- é mais saborosa que a margarina e pode melhorar o sabor de outros
alimentos.
- existe há séculos e a margarina há menos de 100 anos.

A margarina:
- Triplica risco de doença cardíaca coronária ...
- Aumenta o colesterol total e o LDL (este é o colesterol ruim) e
diminui o colesterol HDL (o colesterol bom)
- Aumenta o risco de cancro em 500%
- Reduz a qualidade do leite materno
- Diminui a resposta imunológica.
- Diminui a resposta à insulina.

E, finalmente, a parte mais interessante e perturbadora:
A margarina está a uma molécula de ser... Plástico.
E possui 27 ingredientes que existem na tinta de pintar.

Se não está convencido, faça a seguinte experiência:
Abra uma embalagem de margarina e deixe-a aberta num local à sombra durante alguns dias.

Vai poder constatar algumas coisas muitointeressantes:

1º Não há moscas! (isso deve querer dizer alguma coisa...)

2º Não mostra sinais de apodrecimento, decomposição ou alteração no cheiro.

3º Não tem bolor. Nada se desenvolve ou cresce nela.

Ou seja, nem as moscas nem os mais pequenos microrganismos se interessam por aquilo.

Nada há ali de bom.
Por quê?

Bom porque a margarina é quase plástico.

A questão agora é:
- Será que vai continuar a barrar as suas tortas com plástico derretido?
Se sim, lembre-se de que, quando lhe acabar a margarina, pode obter
praticamente o mesmo efeito derretendo um Tupperware... E até tem mais cores à escolha.
...

******FINAL DA TRANSCRIÇÃO DE TEXTO RETIRADO DE EMAIL QUE RECEBI HOJE******

terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

Eu respeito.

Sei da existência
e inclusive já mantive contato pessoal com varias pessoas que são portadoras de todos ou alguns destes atributos, além de outros:




1. Ocultar ou encobrir com astúcia e safadeza;

2. Disfarçar com a maior cara de pau e cinismo;

3. Não dar a perceber, apesar de ululantes e genuínas evidências;

4. Mentir;

5. Fingir, simular inocência angelical;

6. Usar de dissimulação;

7. Proceder com fingimento;

8. hipocrisia;

9. Ocultar-se, esconder-se, fugir da responsabilidade;

10. Tirar da reta, atingindo sempre o amigo mais próximo, sem dó nem piedade (antes ele do que eu);

11. Encobrir, disfarçar, negar sem olhar para as câmeras e nos olhos das pessoas;

12. Fraudar, iludir;

13. Afirmar coisa que sabe ser contrária à verdade, acreditar que os fins justificam os meios;

14. Voar com dinheiro alheio.





















segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

GOVERNO? QUE GOVERNO? MARCO ANTONIO VILLA O Estado de S.Paulo - 12/03/12

****INICIO TRANSCRIÇÃO DE MATÉRIA PUBLICADA POR O ESTADO DE S.PAULO*****

GOVERNO? QUE GOVERNO?
MARCO ANTONIO VILLA
O Estado de S.Paulo - 12/03/12

O rei está nu. Na verdade, é a rainha que está nua. Ninguém, em sã consciência, pode dizer que o governo Dilma Rousseff vai bem.

A divulgação da taxa de crescimento do País no ano passado - 2,7% - foi uma espécie de pá de cal. O resultado foi péssimo, basta comparar com os países da América Latina.

Nem se fala se confrontarmos com a China ou a Índia. Mas a política de comunicação do governo é tão eficaz (além da abulia oposicionista) que a taxa foi recebida com absoluta naturalidade, como se fosse um excelente resultado, algo digno de fazer parte dos manuais de desenvolvimento econômico.

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, sempre esforçado, desta vez passou ao largo de tentar dar alguma explicação. Preferiu ignorar o fracasso, mesmo tendo, durante todo o ano de 2011, dito e redito que o Brasil cresceria 4%.

A presidente esgotou a troca de figurinos. Como uma atriz que tem de representar vários papéis, não tem mais o que vestir de novo. Agora optou pelo monólogo. Fala, fala e nada acontece.

Padece do vício petista de que a palavra substitui a ação. Imputa sua incompetência aos outros, desde ministros até as empresas contratadas para as obras do governo. Como uma atriz iniciante após um breve curso no Actors Studio, busca vivenciar o sofrimento de um governo inepto, marcado pelo fisiologismo.

Seu Ministério lembra, em alguns bons momentos, uma trupe de comediantes. O sempre presente Celso Amorim - que ignorou as péssimas condições de trabalho dos cientistas na Antártida, numa estação científica sucateada - declarou enfaticamente que a perda de anos de trabalho científico deve ser relativizada.

De acordo com o atual titular da Defesa, os cientistas mantêm na memória as pesquisas que foram destruídas no incêndio (o que diria o Barão se ouvisse isso?).

Como numa olimpíada do nonsense, Aloizio Mercadante, do Ministério da Educação (MEC), dias atrás reclamou que o Brasil é muito grande.

Será que não sabe - quem foi seu professor de Geografia? - que o nosso país tem alguns milhões de quilômetros quadrados? Como o governo petista tem a mania de criar ministérios, na hora pensei que estava propondo criar um MEC para cada região do País. Será? Ao menos poderia ampliar ainda mais a base no Congresso Nacional.

Mas o triste espetáculo, infelizmente, não parou.

A ministra Maria do Rosário, dos Direitos Humanos, resolveu dissertar sobre política externa. Disse como o Brasil deveria agir no Oriente Médio, comentou a ação da ONU, esquecendo-se de que não é a responsável pela pasta das Relações Exteriores.

O repertório ministerial é muito variado. Até parece que cada ministro deseja ardentemente superar seus colegas.

A última (daquela mesma semana, é claro) foi a substituição do ministro da Pesca.

A existência do ministério já é uma piada. Todos se devem lembrar do momento da transmissão do cargo, em junho do ano passado, quando a então ministra Ideli Salvatti pediu ao seu sucessor na Pesca, Luiz Sérgio, que "cuidasse muito bem" dos seus "peixinhos", como se fosse uma questão de aquário.

Pobre Luiz Sérgio. Mas, como tudo tem seu lado positivo, ele já faz parte da história política do Brasil, o que não é pouco. Conseguiu um feito raro, na verdade, único em mais de 120 anos de República: foi demitido de dois cargos ministeriais, do mesmo governo, e em apenas oito meses.

Já Marcelo Crivella, o novo titular, declarou que não entende nada de pesca. Foi sincero. Mas Edison Lobão entende alguma coisa de minas e energia? E Míriam Belchior tem alguma leve ideia do que seja planejamento?

Como numa chanchada da Atlântida, seguem as obras da Copa do Mundo de 2014. Todas estão atrasadas. As referentes à infraestrutura nem sequer foram licitadas. Dá até a impressão de que o evento só vai ser realizado em 2018.

A tranquilidade governamental inquieta. É só incompetência? Ou é também uma estratégia para, na última hora, facilitar os sobrepreços, numa espécie de corrupção patriótica? Recordando que em 2014 teremos eleições e as "doações" são sempre bem-vindas...

Não há setor do governo que seja possível dizer, com honestidade, que vai bem.

A gestão é marcada pelo improviso, pela falta de planejamento. Inexiste um fio condutor, um projeto econômico. Tudo é feito meio a esmo, como o orçamento nacional, que foi revisto um mês após ter sido posto em vigência.

Inacreditável! É muito difícil encontrar um país com um produto interno bruto (PIB) como o do Brasil e que tenha um orçamento de fantasia, que só vale em janeiro.

Como sempre, o privilégio é dado à política - e política no pior sentido do termo. Basta citar a substituição do ministro da Pesca. Foi feita alguma avaliação da administração do ministro que foi defenestrado? Evidente que não.

A troca teve motivo comezinho: a necessidade que o candidato do PT tem de ampliar apoio para a eleição paulistana, tendo em vista a alteração do panorama político com a entrada de José Serra (PSDB) na disputa municipal. E, registre-se, não deve ser a única mudança com esse mesmo objetivo.

Ou seja, o governo nada mais é do que a correia de transmissão do partido, seguindo a velha cartilha leninista. Pouco importam bons resultados administrativos, uma equipe ministerial entrosada. Bobagem. Tudo está sempre dependente das necessidades políticas do PT.

A anarquia administrativa chegou aos bancos e às empresas estatais. É como se o patrimônio público fosse apenas instrumento para o PT saquear o Estado e se perpetuar no poder.
O que vem acontecendo no Banco do Brasil seria, num país sério, caso de comissão parlamentar de inquérito (CPI). Aqui é visto como uma disputa de espaço no governo, considerado natural.

Mas até os partidos da base estão insatisfeitos. No horizonte a crise se avizinha. A economia não está mais sustentando o presidencialismo de transação. Dá sinais de esgotamento. E a rainha foi, desesperada, em busca dos conselhos do rei. Será que o encanto terminou?

VOU-ME EMBORA PRA BRUZUNDANGA
11 de fevereiro de 2013 | 11h 04
Marco Antonio Villa

O Brasil é um país fantástico. Nulidades são transformadas em gênios da noite para o dia. Uma eficaz máquina de propaganda faz milagres. Temos ao longo da nossa História diversos exemplos.

O mais recente é Dilma Rousseff.
Surgiu no mundo político brasileiro há uma década. Durante o regime militar militou em grupos de luta armada, mas não se destacou entre as lideranças. Fez política no Rio Grande do Sul exercendo funções pouco expressivas. Tentou fazer pós-graduação em Economia na Unicamp, mas acabou fracassando, não conseguiu sequer fazer um simples exame de qualificação de mestrado.

Mesmo assim, durante anos foi apresentada como "doutora" em Economia. Quis-se aventurar no mundo de negócios, mas também malogrou. Abriu em Porto Alegre uma lojinha de mercadorias populares, conhecidas como "de 1,99". Não deu certo. Teve logo de fechar as portas.

Caminharia para a obscuridade se vivesse num país politicamente sério. Porém, para sorte dela, nasceu no Brasil.

E depois de tantos fracassos acabou premiada: virou ministra de Minas e Energia. Lula disse que ficou impressionado porque numa reunião ela compareceu munida de um laptop. Ainda mais: apresentou um enorme volume de dados que, apesar de incompreensíveis, impressionaram favoravelmente o presidente eleito.

Foi nesse cenário, digno de O Homem que Sabia Javanês, que Dilma passou pouco mais de dois anos no Ministério de Minas e Energia. Deixou como marca um absoluto vazio. Nada fez digno de registro.

Mas novamente foi promovida. Chegou à chefia da Casa Civil após a queda de José Dirceu, abatido pelo escândalo do mensalão.

Cabe novamente a pergunta: por quê? Para o projeto continuísta do PT a figura anódina de Dilma Rousseff caiu como uma luva. Mesmo não deixando em um quinquênio uma marca administrativa - um projeto, uma ideia -, foi alçada a sucessora de Lula.

Nesse momento, quando foi definida como a futura ocupante da cadeira presidencial, é que foi desenhado o figurino de gestora eficiente, de profunda conhecedora de economia e do Brasil, de uma técnica exemplar, durona, implacável e desinteressada de política. Como deveria ser uma presidente - a primeira - no imaginário popular.

Deve ser reconhecido que os petistas são eficientes. A tarefa foi dura, muito dura. Dilma passou por uma cirurgia plástica, considerada essencial para, como disseram à época, dar um ar mais sereno e simpático à então candidata.

Foi transformada em "mãe do PAC". Acompanhou Lula por todo o País. Para ela - e só para ela - a campanha eleitoral começou em 2008. Cada ato do governo foi motivo para um evento público, sempre transformado em comício e com ampla cobertura da imprensa.

Seu criador foi apresentando homeopaticamente as qualidades da criatura ao eleitorado. Mas a enorme dificuldade de comunicação de Dilma acabou obrigando o criador a ser o seu tradutor, falando em nome dela - e violando abertamente a legislação eleitoral.

Com base numa ampla aliança eleitoral e no uso descarado da máquina governamental, venceu a eleição.

Foi recebida com enorme boa vontade pela imprensa. A fábula da gestora eficiente, da administradora cuidadosa e da chefa implacável durante meses foi sendo repetida. Seu figurino recebeu o reforço, mais que necessário, de combatente da corrupção.

Também, pudera: não há na História republicana nenhum caso de um presidente que em dois anos de mandato tenha sido obrigado a demitir tantos ministros acusados de atos lesivos ao interesse público.

Com o esgotamento do modelo de desenvolvimento criado no final do século 20 e um quadro econômico internacional extremamente complexo, a presidente teve de começar a viver no mundo real. E aí a figuração começou a mostrar suas fraquezas.

O crescimento do produto interno bruto (PIB) de 7,5% de 2010, que foi um componente importante para a vitória eleitoral, logo não passou de uma recordação. Independentemente da ilusão do índice (em 2009 o crescimento foi negativo: -0,7%), apesar de todos os artifícios utilizados, em 2011 o crescimento foi de apenas 2,7%.

Mas para piorar, tudo indica que em 2012 não tenha passado de 1%. Foi o pior biênio dos tempos contemporâneos, só ficando à frente, na América do Sul, do Paraguai.

A desindustrialização aprofundou-se de tal forma que em 2012 o setor cresceu negativamente: -2,1%. O saldo da balança comercial caiu 35% em relação à 2011, o pior desempenho dos últimos dez anos, e em janeiro deste ano teve o maior saldo negativo em 24 anos. A inflação dá claros sinais de que está fugindo do controle. E a dívida pública federal disparou: chegou a R$ 2 trilhões.

As promessas eleitorais de 2010 nunca se materializaram. Os milhares de creches desmancharam-se no ar. O programa habitacional ficou notabilizado por acusações de corrupção. As obras de infraestrutura estão atrasadas e superfaturadas. Os bancos e empresas estatais transformaram-se em meros instrumentos políticos - a Petrobrás é a mais afetada pelo desvario dilmista.

Não há contabilidade criativa suficiente para esconder o óbvio: o governo Dilma Rousseff é um fracasso. E pusilânime: abre o baú e recoloca velhas propostas como novos instrumentos de política econômica.

É uma confissão de que não consegue pensar com originalidade.

Nesse ritmo, logo veremos o ministro Guido Mantega anunciar uma grande novidade para combater o aumento dos preços dos alimentos: a criação da Sunab.

Ah, o Brasil ainda vai cumprir seu ideal: ser uma grande Bruzundanga.

Lá, na cruel ironia de Lima Barreto, a Constituição estabelecia que o presidente "devia unicamente saber ler e escrever; que nunca tivesse mostrado ou procurado mostrar que tinha alguma inteligência; que não tivesse vontade própria; que fosse, enfim, de uma mediocridade total".

* HISTORIADOR, É PROFESSOR DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO CARLOS (UFSCAR)

****FINAL TRANSCRIÇÃO DE MATÉRIA PUBLICADA POR O ESTADO DE S.PAULO*****

domingo, 10 de fevereiro de 2013

ANO NOVO CHINÊS - ANO DA COBRA

May Cousin Osmar and families all dreams come true in the New Snake Year !!!




Chinese New Year Couplets written in English




Your Sincere Cousin Daniel Tsai (02/10/2013)



sábado, 2 de fevereiro de 2013

AVELOZ


Avelos / Aveloz / Avelós - Nome científico: Avelós (Euphorbia tirucalli)
Nomes populares: CACHORRO PELADO - ÁRVORE LÁPIS - PAU PELADO - DEDINHO - LABIRINTO.
Todas as partes da planta aveloz exsudam (soltam) uma seiva branca leitosa cáustica quando danificadas.  O contato direto da seiva com os olhos pode causar cegueira temporária por vários dias. A seiva cáustica também pode causar queimaduras na pele e dermatites. A seiva branca como látex é extremamente irritante para a pele e membranas mucosas e pode produzir inflamação da pele, conjuntivite nos olhos, queima da boca e garganta, diarréia e gastroenterite. É evidente que aveloz tem grave potencial de dano quando a seiva da planta tem contato direto com o corpo humano.Curiosamente, pode haver também algum potencial para o bem. Pesquisadores demonstraram que os extratos de certas plantas da família Euphorbia realmente mostram a atividade antileucêmica que poderia ser atribuída ao seu conteúdo de certos ésteres de diterpeno.O que se sabe ( a ciência sabe)  é que o avelós age inibindo enzimas relacionadas à multiplicação dos tumores, além de ter potencial anti-inflamatório e analgésico.
(Retirado de http://curapelanatureza.blogspot.com/2008/04/avels-mais-um-aliado-contra-o-cncer.html ) :
O avelós, planta muito comum no Nordeste do Brasil, tem propriedades anticarcinogênicas, antiasmáticas, antiespasmódicas, antibióticas, antibacterianas, antiviróticas, fungicidas e expectorantes. Também é purgativo e anti-sifilítico.
A parte usada da planta é o látex, que quando puro irrita a pele e os olhos (por isso deve-se manter o avelós longe de crianças e animais), mas dissolvido em água o látex é indicado para tratamento de tumores cancerosos e pré-cancerosos.
O látex puro é perigoso para os olhos, podendo até cegar, e também pode provocar hemorragia.
MODO DE USAR
Extraia três gotas de uma haste carnuda e coloque em um copo com água pura. Tome uma colher de sopa dessa água de quatro a seis vezes ao dia. Nos casos de tumores, esse tratamento deve ser feito durante muitos meses.

Avelos / Aveloz / Avelós - Nome científico: Avelós (Euphorbia tirucalli)
Nomes populares: CACHORRO PELADO - ÁRVORE LÁPIS - PAU PELADO - DEDINHO - LABIRINTO. Todas as partes da planta aveloz exsudam (soltam) uma seiva branca leitosa cáustica quando danificadas.  O contato direto da seiva com os olhos pode causar cegueira temporária por vários dias. A seiva cáustica também pode causar queimaduras na pele e dermatites. A seiva branca como látex é extremamente irritante para a pele e membranas mucosas e pode produzir inflamação da pele, conjuntivite nos olhos, queima da boca e garganta, diarréia e gastroenterite. É evidente que aveloz tem grave potencial de dano quando a seiva da planta tem contato direto com o corpo humano.Curiosamente, pode haver também algum potencial para o bem. Pesquisadores demonstraram que os extratos de certas plantas da família Euphorbia realmente mostram a atividade antileucêmica que poderia ser atribuída ao seu conteúdo de certos ésteres de diterpeno.O que se sabe ( a ciência sabe)  é que o avelós age inibindo enzimas relacionadas à multiplicação dos tumores, além de ter potencial anti-inflamatório e analgésico.
(Retirado de http://curapelanatureza.blogspot.com/2008/04/avels-mais-um-aliado-contra-o-cncer.html ) :
O avelós, planta muito comum no Nordeste do Brasil, tem propriedades anticarcinogênicas, antiasmáticas, antiespasmódicas, antibióticas, antibacterianas, antiviróticas, fungicidas e expectorantes. Também é purgativo e anti-sifilítico.
A parte usada da planta é o látex, que quando puro irrita a pele e os olhos (por isso deve-se manter o avelós longe de crianças e animais), mas dissolvido em água o látex é indicado para tratamento de tumores cancerosos e pré-cancerosos.
O látex puro é perigoso para os olhos, podendo até cegar, e também pode provocar hemorragia.
MODO DE USAR
Extraia três gotas de uma haste carnuda e coloque em um copo com água pura. Tome uma colher de sopa dessa água de quatro a seis vezes ao dia. Nos casos de tumores, esse tratamento deve ser feito durante muitos meses.

Empenhar a palavra segundo Napoleão Bonaparte.

O melhor método para cumprir com a palavra empenhada é jamais empenhar a palavra. Napoleão Bonaparte




Tweeter de 27 janeiro 2013
@sociallypam: RT @jasby03: El mejor metodo para cumplir con la palabra empeñada es no darla jamas. Napoleón Bonaparte.